Eu sou dono e senhor de meu destino – Parte 3

Ó meu eu, ó vida!
Ó meu eu, ó vida!

Das questões que sobre essas são recorrentes,

Dos trens infinitos dos que não têm fé, das cidades cheias de tolos,

Ó eu mesmo para sempre censurando a mim mesmo, pois quem é mais tolo do que eu e quem é mais sem fé?

De olhos que em vão suplicam pela luz, do meio dos objetos, das lutas sempre renovadas,

Dos pobres resultados de tudo, das laboriosas e sórdidas multidões que vejo em minha volta,

Dos vazios e inúteis anos dos demais, sendo que também faço parte dos demais,
A questão, ó meu eu, tão triste, recorrente _ O quê há de bom em meio a tudo isso?
Ó meu eu, ó vida!?

Resposta

Quem estás aqui _ que a vida existe e a identidade,

Que a poderosa peça continua e tu podes contribuir com um verso.

Walt Whitman

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